domingo, 27 de julho de 2008

Monitores cardíacos

Caríssimos amigos corredores,

O Nilton e o Fábio me solicitaram informações sobre monitores cardíacos e segue o resumo das pesquisas e discussões que circularam nos mails.

Para quem já tem um bom cronômetro, com memória para contar o tempo de várias voltas independentes (meu caso), sugiro um monitor cardíaco mais simples, com funções básicas. O modelo com melhor relação custo benefício é o
Oregon Heart HR 102. Ele tem cronômetro, mas não tem memória para voltas independentes. É dos modelos mais simples, mas parece funcionar bem. Para as mulheres, vale a pena dar uma olhada no Oregon SE 200, que é um modelo (mais) feminino. Para quem não tem o cronômetro com memória, acho que vale a pena investir num monitor cardíaco com esta opção. Aí, minha preferência seria pelo modelo da Oregon HR 318 (registra até 44 voltas). Vejam nos links as características dos modelos. O que muda basicamente são as funções extras. A tecnologia do monitor cardíaco é a mesma.

O modelo da Oregon SE 232 parece ser um modelo com problemas de projeto, pois um amigo precisou trocá-lo 4 vezes sem que os problemas fossem resolvidos (entrada de água no relógio; relógio entrando em pane em pleno treino, acendendo todos os dígitos; monitor marcando bpm muito oscilante). Ao menos a garantia de 3 anos parece ter funcionado.

A bateria do transmissor/cinta dos monitores cardíacos da Oregon é facilmente substituível. Alguns amigos, no entanto, reportaram um rápido desgaste das mesmas, cerca de dois meses.

A rainha dos monitores cardíacos é a marca POLAR, mas mesmo o modelo mais simples (FS1) tem um preço bem superior aos das demais marcas. E não possui cronômetro. O transmissor/cinta dos monitores cardíacos da Polar é "blindado", impedindo a troca da bateria. Sua durabilidade, segundo o fabricante, é de 2 anos, período após o qual é preciso comprar outra cinta. O pedido é feito normalmente feito diretamente à assistência técnica e o custo em torno de R$100,00 (é preciso confirmar o valor junto à assistência).

Fui buscar mais informações em fóruns da Internet. Achei um bem interessante da
PEDAL. Tudo bem, é um site de ciclistas, mas eles parecem usar frequencímetros mais do que os corredores. Dito isto, vou fazer alguma síntese do fórum:

- o HR 102 tem sido considerada uma opção “básica”, sendo a principal ausência sentida o não registro de batimentos médios no intervalo considerado. Um usuário achou suas funções confusas e reportou que o mesmo as vezes falhava na marcação, sobretudo no começo do uso. Seria alguma questão do tipo “calibragem” inicial? Um outro comentarista do fórum reportou que usando o monitor próximo de outros da mesma marca (independente da marca), você pode levar alguns sustos, pois eles sofrem interferências e dão umas piradas. O mesmo pode ocorrer ao passar por baixo de fios de alta tensão e alguns tipos de luminosos (semáforos). Pode ser que o problema não seja específico da Oregon...

- O SE 232 tem atendido bem aos seus usuários, sem apresentar problemas. A Oregon recomenda a troca da bateria da cinta do SE 232 antes de começar a utilizar o frequencímetro, pois a bateria que vem nele é apenas para teste.

- Não vi qualquer menção negativa ao Polar, excetuando o fato de que, por ser mais caro, com o mesmo valor poder-se-ia adquirir monitores com mais funções e/ou mais “bonitos”;

- Não sei exatamente a razão, mas os ciclistas no fórum aparentam predileção por modelos que trocam a bateria da cinta.

Optei por um Oregon HR 102. Julguei mais interessante (barato e menos arriscado) trocar a bateria de tempos em tempos que ter que comprar uma nova cinta blindada, em razão da sua eventual indisponibilidade no mercado. Estou atento ao consumo da bateria, uso o frequencímetro em torno de 4 horas por semana, nos longões ou nos treinos do limiar de lactato. Até aqui, já foram 3 meses e continua funcionando perfeitamente, tanto a cinta quanto o relógio.

Boa Viagem / Parque de Esculturas de Brennand

(clique na imagem para ampliar)

Saída: 2o Jardim de Boa Viagem.
Chegada: mesmo local.
Acesso: estacionamento na Av. Boa Viagem ou no 2o Jardim.
Percurso: 6, 9 ou 16 km.
6 km: em direção ao Edif. Castelinho, ida e volta;
9 km: em continuação ao primeiro trecho de 6 km, segue em direção ao Pólo Pina, ida e volta;
ou
16 km: em continuação ao primeiro trecho de 6 km, segue em direção ao Parque de Esculturas de Brennand (com direito a uma bela vista do Recife Antigo), ida e volta.
Nível de dificuldade: baixo. O trajeto é plano e quase todo reto. Com sol, o calor é forte, apesar da boa ventilação, pois há pouca arborização. Não deixe de levar água, boné e protetor solar. Com chuva, cuidado, pois o piso do trecho de cais é irregular e os buracos ficam escondidos pelas poças. No trecho da praia de Boa Viagem e de Brasília Teimosa, piso em pré-moldados de concreto em excelente estado. Há muitas barracas de água de coco ao longo do percurso, as quais abrem a partir de 06h30.

Correu, comeu, bebeu

Observem esta dica que compilei de outros textos:

Após a corrida a prioridade é comer (carboidratos e proteínas). Beber e refrescar-se, só depois. Essa cronologia é fundamental pelo fato de que ao cessar o exercício a insulina (que controla o nível de açúcar no sangue), se torna particularmente sensível. O pico dessa “sensibilidade” ocorre por volta dos 18 minutos após o término do esforço. Assim, se o organismo receber carboidratos e proteínas durante esse período, a insulina promoverá a rápida conversão dos carboidratos em glicogênio (necessário ao reabastecimento dos músculos com a sua fonte principal de energia) e das proteínas em substâncias reparadoras (que atuarão sobre os danos musculares ocorridos com o exercício). Desse modo, ao mesmo tempo em que se combate a sensação de fraqueza que costuma se seguir ao término do exercício, se evita que o organismo destrua tecidos em formação (reparação ou reconstrução) para atender suas necessidades imediatas de energia. Importa observar que a ingestão de algum alimento (ou suplemento alimentar) durante a corrida não dispensa a ingestão de outros alimentos, em especial os ricos em proteínas, após o término do exercício.nos primeiros 30 minutos, consuma uma boa porção de carboidratos de alto índice glicêmico e uma média porção de proteína.”

sábado, 26 de julho de 2008

Sítio Histórico de Olinda

(clique na figura para ampliar)

Saída: Hotel Costeiro (Av. Marcos Freire, 681, na beira-mar)
Chegada: mesmo local
Acesso: O acesso de veículos pela beira-mar é bloqueado um pouco antes. Pode-se estacionar o carro na Praça 2 de Março ou contornar e deixar o carro na frente do hotel.
Percurso: 11,0 ou 15,2 km.
11,0 km: em direção ao sítio histórico, ida e volta.
15,2 km: em continuação ao primeiro trecho de 11 km, percorre-se a beira-mar até onde acaba a pista de cooper.
Nível de dificuldade: médio. As ladeiras são íngremes, mas curtas. A despeito delas, este percurso é muito agradável: igrejas, pátios e belas vistas de Recife e Olinda. A pista de corrida à beira-mar, plana e regular, é quase um tapete.

Várzea / Brennand (UR-07)

(clique na imagem para ampliar)

Saída: Praça da Várzea.
Chegada: mesmo local.
Acesso: estacionamento na Praça da Várzea.
Percurso: 12 a 24 km.
12 km: descendo a Av. afonso Olindense em direção à Av. Caxangá e de lá partindo para a Oficina de Brennand (UR-07), ida e volta (em amarelo).
Acrescente trecho de 1,6 km (de baixa dificuldade) seguindo até a acácia indicada no mapa acima, ida e volta.
Acrescente trecho de 4,4 km (de média dificuldade), seguindo a trilha em direção à UR-07 indicada no mapa, ida e volta. Rampa longa de média inclinação e de piso acidentado. Evite este trecho desacompanhado.
Acrescente trecho de 6,0 km (de baixa dificuldade), seguindo em direção à guarita externa da Fábrica de Brennand (Várzea), ida e volta.
Nível de dificuldade: baixo-médio. O trajeto é bem prazeiroso, pois é quase todo plano e, em boa parte, bem arborizado e em piso de terra. Evite em dias de forte chuva, pois a lama e escorregões são quase que inevitáveis.